Compondo a paisagem de Balneário Piçarras, duas ilhas erguem-se sobre o mar, embelezando a paisagem, cercadas de histórias e com importante função na biodiversidade marinha.
ILHA FEIA
A Ilha Feia foi batizada com este nome pelo fato de não possuir praia ou faixa de areia para atracação. Porém, a beleza natural preservada contradiz o nome dado pelos antigos navegadores. Lar de milhares de Fragatas, estas grandes aves marinhas dão um espetáculo à parte aos finais de tarde e também quando as embarcações passam no entorno. Há uma caverna de difícil acesso, na qual lendas contam que há tesouros escondidos e até uma noiva fantasma. São histórias contadas nas escunas que fazem passeios e paradas para banho no entornos abrigados da ilha.
ILHAS ITACOLOMI

As Ilhas Itacolomi, bem mais afastadas da costa, são cercadas de lendas antigas. Os dois picos que emergem do mar, segundo as tradições contadas, surgiram a partir de um amor proibido entre uma índia Carijó e um homem branco. Prometida a um chefe da tribo dos Botocudos, a índia Açauna salvou e cuidou de um náufrago branco, pelo qual se apaixonou.
Ao saber que a noiva vivia um caso de amor, Aré, o chefe Botocudo iniciou uma sangrenta batalha com os Carijós. O casal, para fugir da batalha, jogou-se ao mar e nadou em direção à Ilha Feia, porém desapareceram quando uma forte tempestade desabou sobre a região. Ao cessar a tempestade, os dois rochedos ergueram-se no horizonte, como se o casal tivesse se transformado nas ilhas para petrificar este amor. Um pouco desta lenda está descrita no monumento que está no calçadão da Praia Central.
Ambas as ilhas são muito procuradas para pesca, seja a artesanal ou seja em embarcações alugadas para esta atividade. A Ilha Feia, por ser mais próxima, recebe muitas lanchas, jetskis, veleiros e até corajosos remadores em caiaques e stand-up paddle.
Se você já conhece, certamente que voltar sempre. Se ainda não conhece, não perca a chance de apreciar de perto estas maravilhas naturais.
ILHAS ITACOLOMI

As Ilhas Itacolomi, bem mais afastadas da costa, são cercadas de lendas antigas. Os dois picos que emergem do mar, segundo as tradições contadas, surgiram a partir de um amor proibido entre uma índia Carijó e um homem branco. Prometida a um chefe da tribo dos Botocudos, a índia Açauna salvou e cuidou de um náufrago branco, pelo qual se apaixonou.
Ao saber que a noiva vivia um caso de amor, Aré, o chefe Botocudo iniciou uma sangrenta batalha com os Carijós. O casal, para fugir da batalha, jogou-se ao mar e nadou em direção à Ilha Feia, porém desapareceram quando uma forte tempestade desabou sobre a região. Ao cessar a tempestade, os dois rochedos ergueram-se no horizonte, como se o casal tivesse se transformado nas ilhas para petrificar este amor. Um pouco desta lenda está descrita no monumento que está no calçadão da Praia Central.
Ambas as ilhas são muito procuradas para pesca, seja a artesanal ou seja em embarcações alugadas para esta atividade. A Ilha Feia, por ser mais próxima, recebe muitas lanchas, jetskis, veleiros e até corajosos remadores em caiaques e stand-up paddle.
Se você já conhece, certamente que voltar sempre. Se ainda não conhece, não perca a chance de apreciar de perto estas maravilhas naturais.